Lack Cores Laqueações
// Serviço //

Laqueação de móveis para marcenarias, arquitetos e indústrias

A Lack Cores faz o acabamento que a marcenaria não quer parar a produção para fazer: laqueação de móveis em MDF, madeira, metal e vidro, com cor definida no tintômetro e conferência peça a peça antes de liberar o lote.

Quatro substratos
MDF e madeira, metal, vidro e a linha de fórmica líquida para uso pesado.
Cor com fórmula registrada
Amostra aprovada antes da produção e receita guardada em nome do projeto.
Prazo com a cura dentro
Data de entrada e data de saída combinadas antes de a primeira peça entrar.

O que é laqueação de móveis

Laqueação de móveis é a pintura líquida de alta resistência aplicada sobre madeira, MDF, metal ou vidro, em cabine, com secagem controlada. O resultado é uma superfície fechada, sem poro aparente, que pode sair fosca, acetinada ou em alto brilho, e que aceita qualquer cor.

Não é a mesma coisa que pintar um móvel com rolo e esmalte. A diferença está no que acontece antes e depois da tinta: preparação da peça, massa e correção de imperfeição, lixamento entre demãos, aplicação em ambiente sem poeira e cura em tempo controlado. É esse processo que faz o acabamento durar anos em vez de meses, e é ele que separa um móvel laqueado de um móvel pintado.

Quem contrata laqueação quase nunca quer só cor. Quer que a porta do armário feche daqui a cinco anos com o mesmo tom da que está do lado, que a bancada aguente pano úmido todo dia, e que o cliente final não veja emenda, marca de lixa nem casca de laranja na superfície.

Laquear, laca, laqueado: o que cada palavra quer dizer

Três palavras aparecem na mesma conversa e confundem quem está pedindo orçamento pela primeira vez.

Laca é o material. É a tinta, normalmente de poliuretano (a laca PU), composta por tinta, catalisador e diluente, que cura por reação química e não só por evaporação. É isso que dá a dureza da superfície.

Laquear é o verbo, o ato de aplicar. Laquear um móvel, laquear uma porta, laquear um guarda-roupa: é o serviço em si.

Laqueado é o adjetivo, o estado final da peça. Móvel laqueado, madeira laqueada, painel laqueado.

E laqueação (ou laqueamento, que é sinônimo) é o nome do processo inteiro, da peça crua até a peça pronta. Se você chegou aqui procurando "pintura laqueada", "pintura em laca" ou "laquear móveis", é tudo o mesmo serviço.

O que laqueamos

Madeira e MDF

É o volume principal da fábrica. Portas, frentes de gaveta, painéis, prateleiras, laterais, tampos e peças de marcenaria em geral, em MDF cru, MDF já laminado, madeira maciça ou compensado.

O MDF cru é o substrato mais previsível: absorve bem o fundo e fecha o poro com menos demãos. Peça já revestida pede um trabalho maior de preparação, porque a aderência depende de abrir a superfície antes. Madeira maciça tem movimento próprio e pede atenção redobrada nas emendas e nos topos.

Vale um detalhe que muita gente esquece no orçamento: topo laqueado conta. Uma porta laqueada nas duas faces e nos quatro topos tem bem mais área de trabalho que uma porta laqueada só na frente, e o acabamento do topo é o que aparece quando o cliente abre o armário.

Metal

Estrutura metálica integrada ao mobiliário: pé de mesa, perfil, base de banqueta, estante em ferro, esquadria interna, tubo e chapa. A pintura líquida em metal exige preparação diferente da madeira, com desengraxe e fundo específico, porque o que descasca em metal quase sempre descasca por falta de ancoragem, não por falta de tinta.

Entregamos na mesma cor da madeira quando o projeto pede continuidade visual entre a parte de marcenaria e a parte metálica, que é um pedido comum de arquiteto e um dos motivos para laquear os dois na mesma fábrica, com a mesma fórmula de cor.

Vidro

Pintura líquida aplicada no verso do vidro, para painel, porta de armário, costado, nicho e detalhe de mobiliário. Pede aderência testada e uniformidade absoluta, porque qualquer variação de espessura aparece por transparência quando a luz bate.

Fórmica líquida

É o nosso acabamento de maior resistência. O nome pega emprestado a fórmica laminada porque entrega a mesma sensação de superfície dura e fechada, mas aplicada em estado líquido, sem lâmina, sem emenda e sem risco de descolar borda.

Vale para bancada, tampo, mesa, peça de uso pesado e qualquer superfície que vá encostar em água e pano com frequência. Sai em brilho espelhado ou acetinado. É o acabamento que mais se pede quando a peça vai para cozinha, banheiro ou área de muito uso.

Os três acabamentos: fosco, acetinado e alto brilho

A escolha do brilho muda o preço, o prazo e a manutenção da peça, então vale decidir antes do orçamento.

Fosco reflete pouca luz e disfarça marca de dedo e poeira. É o mais pedido em ambiente residencial e o mais tolerante com pequenas imperfeições de superfície.

Acetinado fica no meio: tem um brilho suave, é fácil de limpar e não espelha o ambiente. É o acabamento de melhor relação entre aparência e convivência do dia a dia.

Alto brilho é o mais exigente dos três, na fábrica e na casa do cliente. Ele espelha, e tudo que espelha entrega qualquer ondulação da peça. Exige mais demãos, mais lixamento intermediário e polimento. Também é o que mais impressiona quando bem feito, e o que mais decepciona quando a preparação foi apressada.

Em peça que vai levar alto brilho, a conversa sobre a qualidade do substrato precisa acontecer antes, não depois.

Como o serviço funciona, etapa por etapa

1. Lista de peças e orçamento

Tudo começa pela lista: quantidade, medidas, substrato, o que é laqueado de um lado e o que é laqueado dos dois, quantos topos, cor e brilho desejados. Com essa lista o orçamento sai rápido e sem surpresa no meio do caminho.

Quando a cor ainda não está definida, seguimos com a amostra e fechamos a fórmula depois. Quando o projeto já tem a referência, seja um código de catálogo ou uma amostra física, ela entra direto na leitura de cor.

2. Entrada das peças

As peças chegam à fábrica em Guarulhos na data combinada. Conferimos a lista, separamos por lote e identificamos peça a peça, porque em lote de marcenaria com dezenas de frentes a troca de peça é o erro mais caro que existe.

Peça que chega danificada, empenada ou com problema de montagem é apontada na entrada, antes de qualquer trabalho. Laquear por cima de um defeito estrutural só faz o defeito aparecer mais tarde, já pintado.

3. Preparação

É a etapa que ninguém vê e que decide o resultado. Lixamento em cabine dedicada, correção de imperfeição, massa onde for preciso, tratamento de topo e limpeza completa antes de a peça entrar para pintura.

Cabine dedicada para lixamento existe por um motivo prático: pó de lixa em suspensão é o principal inimigo de um acabamento liso. Separar o lugar onde se lixa do lugar onde se pinta elimina a maior parte das impurezas que aparecem na superfície curada.

4. Fundo e nivelamento

Aplicação do fundo, cura, lixamento do fundo e repetição quando o substrato pede. É aqui que o poro fecha. Uma peça que vai para alto brilho passa por mais ciclos de fundo e lixa que uma peça que vai para fosco.

5. Cor

Aplicação da laca na cor definida, em cabine, com equipamento de pintura líquida industrial. O número de demãos depende da cor e do brilho: cor clara sobre substrato escuro pede mais cobertura, assim como alto brilho pede mais material que fosco.

6. Secagem controlada

A peça vai para cura em ambiente controlado, apoiada de modo a não encostar em nada enquanto a tinta ainda está sensível. Laca PU cura por reação, e reação precisa de tempo. Apressar essa etapa é o que produz aquele acabamento que marca com a unha na primeira semana.

7. Inspeção e liberação

Conferência peça a peça, sob luz, procurando impureza, casca de laranja, variação de brilho, falha de cobertura e diferença de tom entre peças do mesmo lote. O que não passa volta para correção.

Depois da liberação, a peça espera pronta, apoiada na vertical, até a saída na data acertada.

A cor: por que o tintômetro muda o jogo

A parte mais subjetiva da laqueação é a cor, e é justamente onde mais se perde dinheiro em refação.

Trabalhamos com sistema tintométrico próprio dentro da fábrica. Na prática isso significa três coisas.

A leitura é de máquina, não de olho. A amostra que o cliente traz é lida em espectrofotômetro, e o resultado vira fórmula. Some a etapa de alguém olhar duas amostras lado a lado e decidir que estão parecidas.

A fórmula fica registrada. Se daqui a dois anos o cliente quiser mais um módulo na mesma cor, ou se uma peça precisar de retoque, o código da cor está salvo. Isso evita a variação de lote, que é o pesadelo de qualquer projeto entregue em etapas.

A cor sai sem depender de terceiro. Com o tintômetro interno, não existe espera por fornecedor externo para formular uma cor especial. Isso encurta o cronograma justamente na etapa que costuma travá-lo.

Cor fora de cartela, cor de marca e cor tirada de uma referência física entram no mesmo fluxo. Não existe "a mais próxima disponível".

O que a fábrica aceita e o que não aceita

Falar isso antes economiza tempo dos dois lados.

Aceitamos: peça de marcenaria em MDF, madeira e compensado; estrutura metálica; vidro; lote grande de marcenaria; peça avulsa; projeto residencial, comercial e corporativo; cor fora de cartela; os três brilhos; e móvel já laqueado que vai ser repintado em outra cor, desde que o acabamento antigo esteja íntegro.

Não aceitamos: peça com defeito estrutural que a pintura não resolve; peça montada que não pode ser desmontada para pintar (a laqueação é feita com a peça desmontada, é assim que o topo e o encaixe ficam bem acabados); e prazo que não cabe na etapa de cura, porque laca curada às pressas é reclamação garantida.

Sobre transporte: as peças chegam e saem por conta de quem envia, com data combinada dos dois lados. Trabalhamos com a agenda definida na entrada do lote.

Para quem trabalhamos

Marcenarias. É o nosso principal cliente. Terceirizar o acabamento devolve espaço de fábrica, tempo de equipe e o risco de refação, e transforma um custo fixo (cabine, exaustão, insumo, gente treinada) em custo por lote. Marcenaria que laqueia dentro de casa sem estrutura dedicada costuma descobrir tarde que o gargalo da entrega não é a serra, é a pintura. Veja a página para marcenarias.

Arquitetos e designers. O que pesa aqui é fidelidade de cor e previsibilidade. O projeto especifica um tom, e o tom entregue precisa ser aquele, nas dezenas de peças do projeto e nas que vierem depois. Veja a página para arquitetos.

Indústria e mobiliário comercial. Lote repetido, padrão de cor registrado e acabamento que aguenta uso intenso.

Onde atendemos

A fábrica fica em Guarulhos, no Bonsucesso, e atende toda a região metropolitana de São Paulo.

Como pedir um orçamento rápido

Quanto mais completa a lista, mais rápido o retorno. O ideal é enviar:

  1. Quantidade de peças e medidas
  2. Substrato de cada uma (MDF cru, MDF laminado, madeira, metal, vidro)
  3. Se a peça é laqueada de um lado ou dos dois, e se os topos entram
  4. Cor desejada, com código ou amostra, ou o aviso de que a cor ainda será definida
  5. Brilho: fosco, acetinado ou alto brilho
  6. Data em que você precisa da peça pronta

Com isso em mãos, o orçamento sai sem idas e vindas.

Mande a lista de peças com medidas, substrato, brilho e a referência de cor pelo WhatsApp. O time devolve prazo e valor, e avisa antes se alguma peça precisar de correção.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre laqueação e pintura comum?
A laqueação usa laca, normalmente PU, aplicada em cabine com preparação, fundo, lixamento entre demãos e cura controlada. A pintura comum usa esmalte ou tinta acrílica aplicada com rolo ou pincel, sem esse processo. A diferença aparece na dureza da superfície, na ausência de poro e na vida útil.
Quanto tempo dura um móvel laqueado?
Depende muito mais do uso e da conservação do que da tinta. Uma peça bem laqueada e bem cuidada atravessa anos sem perder o acabamento. O que encurta essa vida é produto de limpeza abrasivo, pano seco arrastando poeira e impacto direto.
Dá para laquear um móvel que já é laqueado?
Sim, desde que o acabamento antigo esteja íntegro, sem descascado e sem bolha. A peça passa por preparação para receber a cor nova. Se a laca antiga está soltando, o caminho é remover antes, e isso muda o orçamento.
Vocês laqueiam peça avulsa ou só lote?
Os dois. Lote de marcenaria é o volume principal da fábrica, mas peça avulsa entra normalmente.
Quanto custa laquear um móvel?
O preço se forma por área trabalhada, e não por peça. Entram a metragem por face, os topos, o substrato, o estado da peça, o brilho escolhido, a cor, o tamanho do lote e o prazo.
Qual acabamento escolher: fosco, acetinado ou alto brilho?
Fosco disfarça marca e é o mais tolerante. Acetinado é o meio termo mais fácil de conviver no dia a dia. Alto brilho é o mais impressionante e o mais exigente com a qualidade do substrato.
A cor sai exatamente igual à amostra?
É para isso que existe o tintômetro. A amostra é lida em espectrofotômetro e vira fórmula registrada, o que elimina a avaliação a olho e permite repetir a mesma cor em lotes diferentes.
Quanto tempo demora uma laqueação?
O prazo depende do volume do lote, do substrato, do número de demãos que a cor e o brilho pedem e do tempo de cura, que não pode ser apressado. O prazo real é combinado na entrada do lote, e é a data que vale.

// Orçamento //

Manda a lista de peças que a gente devolve prazo e valor

Fábrica em Guarulhos, atendendo a capital e o Grande ABC. Recebimento agendado e saída na data combinada no orçamento.

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